No livro “inteligência emocional: a teoria revolucionária” de Daniel Goleman, diz que algumas escolas treinam os professores para empregarem técnicas que lidam com as emoções. Em algumas escolas, os professores fazem uma chamada diferente, ao chamarem o nome do aluno, este deve responder com um número que demonstre o seu estado emocional, em vez de responder com o tradicional “presente”. Exemplificando:
- Fulana.
- 3, acordei com sono, acho que não vou aprender nada.
- Sicrano.
- 10, hoje estou com toda corda.
- Betrano
- 5, meu amigo não quer falar comigo.
Esta técnica é eficientíssima, além de dizer o estado emocional da criança, diz o quanto o fato a afetou. Uma criança pode responder 10 num dia e no outro 3 com a justificativa de ter brigado com o seu colega. Tudo que uma pessoa está sentindo pode ser expressado num só número.
A resposta associada ao número muda de acordo com a idade e a situação em que está técnica é empregada. Podemos usar está técnica em qualquer situação da nossa vida: para definir o nosso dia de trabalho, uma transa, um passeio e etc.
Vou usar essa técnica para definir como foi o ano de 2005 pra mim, darei nota 2,0 (dois) ao ano que está acabando. Tive saúde durante todo o ano, mas o que vale ter saúde se não posso usufruir os benefícios de ter saúde: trabalhar, me divertir enfim VIVER. Passei o ano rodeada de amigos, alguns são velhos amigos, outros são recentes, amizades feitas durante o ano. Algum dia eu descubro porque todo mundo diz que é bom ter amigos, eu tenho pelo menos dois motivos que demonstram que ter amigos não traz benefícios nenhum:
1º) Apesar de eu ter alguns amigos, minha vida social não é satisfatória.
2º) O único ano que fui feliz foi em 1997, neste ano eu não tinha contato com nenhum amigo, não tinha amigo. Não é preciso ter amigos para ser feliz, é preciso ter marido.
Apesar do ano ter sido péssimo (vale nota dois), eu não fiquei o ano todo parada sem fazer nada, dentro da minha circunstância tentei aproveitar o meu tempo.
Na ocasião em que fui demitida da CAIXA, eu estava com o projeto de reunir as anotações dos oito cursos online que eu tinha feito, num caderno só, isto servia apenas para ter a satisfação pessoal, de ver minhas anotações mais organizadas. Eu não era mais funcionária da CAIXA, então não adiantaria nada passar a limpo as anotações dos cursos, mas, mesmo assim, não quis deixar este meu projeto inacabado. Estabeleci esta meta pra mim em 2005 e cumprir. Tenho um caderno de 10 matérias só com curso da CAIXA.
Quando eu estou lendo um livro, costumo anotar na agenda as frases que me chamam atenção. Este ano copiei as citações que estavam espalhadas nas agendas de 2001, 2002 e 2003, num caderno só. Fiquei com um caderno só de citações.
Outra meta que estabeleci pra mim foi o de acabar de ler o livro “little women”, este é o primeiro livro escrito totalmente em inglês que eu tento ler, esta meta vai ser concluída em 2006.
Reli o livro “Nas asas da paixão” de Judith Krantz. A primeira vez que o li, tinha por volta dos 23 anos, foi interessante a experiência de reler um romance, depois de 12 anos, tinha alguma coisa que eu não lembrava mais. Relendo percebi o que havia mudado na minha vida, após a primeira leitura e que pudesse ter sido ou não, por influência do livro. Li: “tudo tem seu preço” de Zíbia Gasparetto e comecei o livro “O retrato de Dorian Gray” de Oscar Wilde. Acho que só li este três livros, porém a retrospectiva de leituras feitas no ano de 2005 inclui a do meu processo trabalhista, as vezes de jornal incluindo o da igreja universal que conheci este ano, leitura de notícias na internet e os relatos de vários blogs.
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