Conversando com Mônica

TEATRO


07/08/2007


TEATRO É O MAIOR BARATO - 10 EDIÇÃO

(2ªPARTE)

 

 

            No dia 13/07/07, eu comentei a respeito de três espetáculos assistidos por mim na 10ª edição deste projeto popular (em 2006), o qual oferece espetáculos de dança, música e teatro ao preço popular de R$ 2,00. Nesta 10ªedição houve 31 espetáculos, mas graças as minhas péssimas condições financeiras só pude assistir a seis apresentações: Programa de rádio com o cantor e compositor Wilson Miranda, quando se deu o Eclipse com o grupo ATA, recomeçar com a banda Oficina 137, os saltimbancos com a Cia Nêga Fulô, o show puro prazer com a cantora Nara Cordeiro e De Mentirinha não é pecado com a Cia Múltiplas Faces. O grande objetivo deste projeto é valorizar os artistas da terra. Neste texto comentarei o show Recomeçar da banda 137, Puro Prazer da cantora Nara Cordeiro e a peça teatral De Mentirinha não é pecado da Cia Múltiplas Faces.

            A banda Oficina 137 escolheu o título Recomeçar para este show porque os integrantes da banda haviam desistido deste trabalho artístico, abandonaram a banda pelo período de um ano, mas tiveram saudades de fazer música, de tocar, de se apresentar, portanto estão recomeçando. Não deve ser fácil tentar ganhar algum dinheiro com a música e não adianta nada se dedicar a um trabalho se não dá para sobreviver dele. Que bom eles terem decidido recomeçar pois suas composições são bastantes poéticas.

 Eles começaram o show com uma composição que era uma apologia ao  diferente. Para mim, humilde é a pessoa que reconhece os seus erros e tenta corrigi-los, na música da Oficina 137, humilde é respeitar e aceitar as diferentes formas de Ser. A mensagem principal da música era: “Seja humilde para aceitar as diferenças”. Humilde para aceitar o modo diferente de se vestir, humilde para sair do pedestal e brincar com uma criança. Na música, humilde é aquela pessoa que não quer que todo mundo seja igual a ela, e, portanto respeita e aceita o diferente.

A voz do vocalista da banda é excelente! Foi emocionante a homenagem que eles fizeram a um amigo que morreu. Onde o Alexandre estiver deve ter gostado muito da composição que seus amigos criaram para ele. Uma frase marcante da música foi: “Como pode tanta sabedoria para um tempo tão curto de vida!”. Era uma admiração a qualidade do amigo e ao mesmo tempo uma inconformação com a vida cortada. Nesta composição, eles falaram de algumas características da personalidade e da formação do amigo: Era um garoto que cresceu livre, que amava a liberdade, que tinha sede de aprender, um cérebro privilegiado e não teve tempo de exercer todo seu conhecimento, sua sabedoria. As músicas compostas pelo coração são as músicas mais bonitas, quem não conheceu o Alexandre (como eu), passou a conhecê-lo através daquela música que descrevia detalhadamente o Alexandre. Que Deus continue ajudando esses garotos a superar a morte do amigo, eu até desconfio que eles pararam com a banda por causa da morte do amigo ( e não só por causa de fator financeiro).

Escrito por Mônica às 16h01
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Teve um verso de uma de suas músicas que me chamou bastante atenção:

“Beije minhas palavras e

Abrace meu desespero.”

Que profundidade! Que poético! Que criatividade! Esses verso quer dizer: Não escute minhas palavras, simplesmente, faça mais do que isso, ame minhas palavras, ame tudo que eu falo, admire o que sai da minha boca. E a segunda parte diz, não fique aí, apenas olhando o meu desespero, imagine que o desespero também é seu, só  assim poderá me ajudar a sair do desespero, de forma eficiente.

Quem já amou e perdeu o homem amado sabe o significado dessa frase:  “Você era a minha paz e eu não sabia”. Só o amor é capaz de trazer paz para a vida de uma pessoa, infelizmente, só aprendemos isso quando perdemos. Eu só não sei como um grupo tão jovem teve tanta experiência de vida para colocar em suas composições uma frase dessa: “Você era a minha paz e eu não sabia”.

Como não podia ser diferente, uma banda formada no nordeste, tinha que ter palavras como “sertanejo”, “seca”, “chuva” em suas composições. A palavra “chuva” é uma constante em suas composições, algumas vezes usadas em seu sentido real e em outras em sentido figurado.

O fato deles não terem ficado só com as suas composições, terem também cantado músicas nacionais e internacionais de cantores conhecidos de todo o Brasil e talvez do mundo, tornou o show cansativo, a platéia foi saindo aos poucos, no final, só metade da platéia aplaudiu o show, a outra metade não podia aplaudi, já tinha ido embora.

O show “Puro Prazer” de Nara Cordeiro teve uma excelente abertura, ela tem uma voz lindíssima, o palco estava com um bonito cenário. Ela cantou músicas de cantores conhecidos nacionalmente, parece que ela não é compositora, só cantora e ela esqueceu que o público estava ali para conhecer o trabalho dela, ouvir ela cantar, e não, cantar com ela.

Os atores da peça “De mentirinha não é pecado” do grupo Múltiplas faces, estão de parabéns. Eles representaram muito bem. Já a mensagem da peça é muito polêmica, eu acho que nada pode ser feito “de mentirinha”, se foi feito é um fato e é uma verdade.

Neste ano, já está acontecendo a 11ª edição deste projeto, eu já assistir a um dos shows e  a-d-o-r-e-i! Comentarei quando esta edição chegar ao fim ou quando tiver assistido umas 4 apresentações desta edição.

Escrito por Mônica às 15h57
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13/07/2007


TEATRO É O MAIOR BARATO - 10ª EDIÇÃO

          

(Wilson Miranda)

 

           Aqui na minha cidade tem um projeto que permite ao público ir ao teatro semanalmente, assistir os artistas da terra pelo preço popular de R$ 2,00. No ano passado, devido as minhas péssimas condições financeiras, só assistir a seis apresentações: Programa de Rádio com Wilson Miranda, quando se deu o eclipse com o grupo ATA, recomeçar com o grupo Oficina 137, os saltimbancos com a Cia Nêga Fulô, Puro Prazer com Nara Cordeiro e de Mentirinha não é pecado com a Cia Múltiplas Faces.

            Durante, o show “Programa de rádio” de Wilson Miranda foi contada a história da rádio difusora. Por causa do show, sei que a primeira sede da rádio difusora foi no prédio que hoje é a secretaria de cultura, passou para o prédio do Artista plástico Pierre Chalitta e hoje tem sede no maior complexo de escolas estaduais da minha cidade (CEPA) .

            O show “Programa de rádio” de Wilson Miranda foi excelente! Principalmente porque eu estava muito bem acompanhada (com o Hélio que semanas mais tarde passou a ser sapo). O show foi muito bem elaborado, as composições muito bem escolhidas, ele cantou desde as belezas de Alagoas até os problemas.

           A beleza das Alagoas foi cantada na primeira parte do show, ele abriu o show com uma canção que dava “boa noite ao Sr.tal”, nada mais adequado do que dá boa noite cantando. Em outra de suas composições, ele falava das belezas naturais e gastronômicas de Alagoas, cada praia do norte (paripueira, sonho verde e etc)e do sul (barra nova, francês, barra de São Miguel e etc) eram citadas na música, incluindo as características próprias destas praias, na música poética, cada uma tinha uma beleza particular (e realmente tem). Eu adorei esta música, todas suas músicas são bastante poéticas. Em outra de suas composições, tem a seguinte frase:

            “Remar nessa lagoa leva aos meus pensamentos, meus pensamentos levam a uma canção.”

            Esta frase diz o que a beleza da natureza pode fazer com a gente, nos levar a um profundo contato conosco mesmo, aos nossos pensamentos e segundo a música foi em um desses momentos que Wilson Miranda compôs uma música. O publico viajou com suas músicas.

            Ele convidou: Fernando Marcelo, quem eu não conseguir entender sua pronúncia ao cantar uma música e Marcos Viera, este fez com que a platéia participasse, cantando junto com ele. A música que ele cantou tinha em sua composição vocabulários do mundo virtual: Megabytes, deletar, scannear. Música animada que já é conhecida do público alagoano. É uma excelente composição. Convidou também seus alunos para fazer uma apresentação.

            Depois dos convidados começou a segunda parte do show, com composições que cantava os problemas de Alagoas: A poluição da Lagoa Mundaú, a extinção do Sururu, a falta de água no sertão, a luta de quem micra do Sertão para a Cidade.

            O show terminou com uma música bastante otimista, a música mandava o público pintar tudo, principalmente: “Pintar a sua vida!”, dizia as pessoas para não deixar a vida no preto e no branco, ou seja na monotonia. Saímos de lá entusiasmados para colorir nossas vidas, fazer algo que nos fizesse feliz!

            É quase inacreditável que eu tive aquela noite excelente por apenas R$ 2,00! E além de tudo isso, ainda aprendi a respeito da rádio difusora, ganhei um livro a respeito da rádio e ainda vi radialistas sendo homenageados. Perto do final do show, Wilson Miranda chamou Ricardo Teles para homenagear Edécio Lopes e Floracy Cavalcante.

            Como a maioria das coisas não são 100%, durante o show, ele cantou uma música bastante machista: Dizia que aqui na minha terra são três mulheres para um homem só! Que história! Aqui ou em qualquer lugar, homem só deve ter uma mulher e o inverso também vale.

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Escrito por Mônica às 16h11
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(Regis Souza em Os saltimbancos)     

   

          Neste edição, o projeto inovou, colocou peças infantis no mês de outubro (mês das crianças), eu como sempre vejo peça infantil sendo apresentada no horário das 17:00, não tinha a menor noção que a peça “Quando se Deu o Eclipse (Grupo ATA)” e “Os Saltimbancos (da Cia Nega Fulo)” que estava prevista para começar as 19:30h eram infantis! Estava eu lá, numa platéia composta 90% de crianças e eu estava sem nenhuma criança! Se eu soubesse, teria pedido uma criança emprestada para levar ao teatro!

            As peças foram apresentadas em semanas diferente, a primeira foi “Quando se Deu o Eclipse” do Grupo ATA, nesta peça os moradores da floresta: Sol, Índio, Arco-íris e Lua têm que defender a floresta de invasores, justo no momento que estes moradores estão ensaiando uma peça para ser apresentada, a peça do “Romeo e Julieta”, estes moradores decidem que o sol será o Romeo e a Lua a Julieta, durante esta peça, a Lua (Julieta) esconde o Sol (Romeo) e dá-se o eclipse.

            Na peça “Os Saltimbancos”, houve mais uma inovação: as pessoas chegavam e encontravam as portas do auditório abertas, não houve fila para entrar, enquanto as crianças esperavam, ouviam músicas infantis, eu pensei porque os adultos têm que esperar as peças começarem em completo silêncio! Por que nas peças adultas também não se coloca música instrumental enquanto esperamos o começo da peça!?

            A peça “Os Saltimbancos” foi interessantíssima, bastante divertida, as crianças adoraram! O Jumento (representado pelo meu amigo Regis Souza) através de perguntas fez com que as crianças participasse, interagisse com os personagens e dessa forma ficasse atenta ao que acontecia na peça. Os atores surpreendia as crianças, trazendo os personagens do fundo da platéia. Para as crianças foi uma festa quando os bichos corriam um atrás do outro pelo auditório (no meio delas). A peça começou com o Jumento dizendo (atuando e cantando) que é o animal que mais trabalha, mas depois de carregar um monte de material para o seu dono e ser chamado de preguiçoso, ele resolve ser cantor. No meio do caminho, o Jumento encontra o cachorro, a galinha e a gata, todos revoltados com os seus donos, querendo ser cantores, resolvem formar uma banda chamada “Saltimbancos” e assim eles passam a cantar em palcos improvisados pelas ruas das cidades. Acho que toda criança se divertiria muito assistindo essa peça. Para finalizar o espetáculo, os atores vestidos de seus personagens ficaram na saída do teatro para receber os cumprimentos das crianças e atender algumas solicitações de fotos.

            No próximo texto comentarei as outras apresentações que eu assistir.

Escrito por Mônica às 16h07
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05/12/2005


ROMEO E JULI  EEITA!

  Teatro de Arena          

              Aqui na minha cidade, desde julho que existe o projeto “Quinta no Arena”, nele todo mês fica em cartaz uma peça, que será apresentada todas as quintas-feiras no teatro de Arena (fotos da entrada está acima e do palco na mensagem seguinte). No mês de julho, todas as quintas-feiras eram apresentadas a peça “o patelin fé e tramóias”. No mês de agosto ficou em cartaz “a farinhada”, em setembro foi a vez da peça “Eu sei que vou te amar”, outubro pela programação divulgada devia ser apresentada a peça “A lição” e novembro encerrou o projeto com a peça “Caboré- A ópera da moça feia”.                                           

       Eu acredito que já tinha assistido “a farinhada” e “Caboré- A ópera da moça feia”, mas se tivesse condições financeiras teria reassistido, já que eu não lembro mais da história dessas peças, porém, teria dado preferência as que não havia assistido.                                                                                                                                                                

            Vinte e sete de outubro de 2005, Milagre, minhas péssimas condições financeiras estavam me proporcionando pagar R$5,00 para assistir uma peça de teatro! Chego na porta do teatro e vejo um número grande de pessoas para um teatro pequeno como o Arena. Pergunto se aquela fila era para comprar ingresso, sou informada que era pra entrar e o pior,  o ingresso já havia se esgotado!

            Isso é coisa raríssima, uma peça local, não ter mais ingresso pra ser vendido no dia da sua apresentação! Era a última quinta-feira do mês de outubro, esta peça já tinha se apresentado três vezes, estava na sua última apresentação e mesmo assim, os ingressos estavam esgotados! O que é tem demais nessa peça, eu vou ter que assistir! Um negócio desse não pode está acontecendo comigo: Eu vi assisti uma peça local e não encontro ingresso! Pelo visto, o teatro Alagoano passou a ser valorizado pela população. Deve existir um jeito de conseguir este ingresso: Cambista! Todo lugar tem cambista! Não deve ser só em show!

            Os garotos que tomavam conta dos carros e os que vendem guloseimas disseram que conseguiriam os ingressos, que normalmente alguém compra antes e impossibilitado de assisti, vai lá só pra tentar vender. Enquanto esperava, soube que a peça em cartaz, não era mais “A lição”. Todos estavam ali pra assistir “Romeo e Julieta”. “A Lição” tinha se comprometido desde julho a se apresentar durante o mês de outubro, mas farrapou e a direção do teatro teve que providenciar de última hora outra peça que a substituísse.

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Escrito por Mônica às 22h14
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             Teatro de Arena
          O cambista me chama, para meu espanto, ele me vende o ingresso com o mesmo preço da bilheteria R$ 5,00. De início não entendi qual seria o lucro dele, quando a peça começou, meu amigo Regis Souza, no meio da peça falou:

-         Esse pessoal pagou R$ 2,00 para nos assistir.

             Depois dessa fala entendi qual foi o lucro do cambista: Estudante pagou R$ 2,00 e inteira era R$ 5,00, ele comprou por dois e me vendeu por cinco. Eu não era a única a procurar ingresso, isso mostra que essa peça tem que ser boa, do contrário, não teria tanto público.

            Eu gostei da peça, acreditem a peça é boa. Eu que não gosto do cômico pornográfico, gostei dessa peça! É uma versão bastante criativa de Romeo e Julieta. Imagine, um Romeo e Julieta que não é trágico e sim cômico, e com um excelente jogo de luzes.

            Nesta peça Romeo é gay, o padre que ajuda ao casal concretizar o seu amor, também é gay. No  Romeo e Julieta de Shakespeare, o casal arma uma encenação de suicídio para as famílias rivais permitirem o casamento, na adaptação cômica que assisti, Romeo e Julieta casam e casam em várias religiões: católica, protestante, evangélica, umbanda e quanto mais religiões tiverem, mas é um casamento sem noite de núpcia porque Romeo é gay!

            Existe a encenação do suicídio, mas na peça é por outro motivo, Julieta havia casado com Romeo escondido, o pai dela não sabendo do casamento, obriga Julieta a casar com outro moço (também gay), a saída que o padre encontra para que as famílias aceitem o amor dos dois é tentando sensibiliza-las através do suicídio de Romeo e Julieta.

            Imagine o que poderia nos dias de hoje impedi que o Padre avisasse ao Romeo o plano que tinha arquitetado com Julieta!? Celular na Caixa postal! Romeo não é avisado que o veneno é falso porque seu celular estava na caixa postal.

            Mas na peça Romeo é salvo tomando o Leite da Mama da criada de Julieta que era a personagem vivida pelo meu amigo, há 15 anos, Regis Souza. Parabéns Regis, pela excelente atuação!Vocês com certeza vão querer saber se eu fui à peça acompanhada. Fui sozinha, apesar de ter tentado quatro vezes ter companhia naquela noite. A peça era na quinta, comecei requisitar companhia na segunda, fui ao trabalho do Ruan e lhe falei dos meus planos pra quinta, ele tinha faculdade; Quinta de manhã, mesmo não tendo sido bem recebida por ele, lembrei da peça, ele me desejou uma boa peça. Já que a opção Ruan deixou de existir, liguei para o Ronilson, que não quis ir. Quando soube da falta de ingressos, liguei para o Bento, queria aproveitar a noite ao lado dele em outro lugar, talvez,num barzinho, mas, seu celular estava na caixa postal. 
               Vocês com certeza vão querer saber se eu fui à peça acompanhada. Fui sozinha, apesar de ter tentado quatro vezes ter companhia naquela noite. A peça era na quinta, comecei requisitar companhia na segunda, fui ao trabalho do Ruan e lhe falei dos meus planos pra quinta, ele tinha faculdade. Quinta de manhã, mesmo não tendo sido bem recebida por ele, lembrei da peça, ele me desejou uma boa peça. Já que a opção Ruan deixou de existir, liguei para o Ronilson, que não quis ir. Quando soube da falta de ingressos, liguei para o Bento, queria aproveitar a noite ao lado dele em outro lugar, talvez, num barzinho, mas, seu celular estava na caixa postal, deixei recado, mas caixa postal não marca encontro. 

            COMENTÁRIOS PARA O MEU EMAIL: maesg2005@hotmail.com         

Escrito por Mônica às 22h12
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